PNAD e os desempregados jovens – 1º Tri 2016

PNAD e os desempregados jovens – 1º Tri 2016

Dessa vez ela intimidou: A PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios), publicada pelo IBGE em 19 de Maio de 2016, apontou que 24,1% dos profissionais entre 18 e 24 anos estavam DESOCUPADOS no primeiro trimestre do ano.

PNAD 1º Tri 2016 - 24,1% de desemprego. Nunca despreza uma oportunidade PJ

Essa é a média em todo o Brasil, pois há variações de região a região. No Nordeste, por exemplo, mais da metade da população em idade apta ao trabalho (51%) está desocupada.

O termo “taxa de desocupação” dá a entender que não se trata apenas da falta de um emprego com carteira assinada, mas que esses profissionais estão sem qualquer trabalho.

Quanto ao emprego registrado em carteira de trabalho (CLT), menos de 80% do pessoal ocupado está sob essa modalidade (média nacional). Contudo, há estados onde esse número é próximo a 50%. Ou seja, metade dos trabalhadores é CLT, enquanto a outra é PJ, autônoma ou informal.

Se você deseja estar bem preparado para quando aquela oportunidade PJ surgir, e enfim poder usufruir de TODO o seu rendimento, baixe gratuitamente nosso e-book “Como ser PJ – O Guia Completo“.

Fontes

http://saladeimprensa.ibge.gov.br/noticias.html?view=noticia&id=1&idnoticia=3162&busca=1&t=pnad-continua-taxa-desocupacao-sobe-todas-grandes-regioes-1%C2%BA-trimestre

 

Entrelinhas da EXAME: recado para pessoal de TI

Na edição que circula nesta quarta-feira, a conceituada publicação sobre economia e negócios da Abril, só com a capa, tira a fome de quem passa em frente a banca antes do almoço.

Capa da Revista EXAME com reportagem perturbadora sobre desemprego - Edição 1099 - Ano 49 - Nº 19 - 14 de Outubro de 2015
Capa da EXAME de Outubro

A reportagem de capa pinta com palavras e números um cenário nefasto. Em suma, a mensagem reza: entre janeiro e agosto de 2015, mais de 600 mil trabalhadores perderam seus empregos; ao fim de 2016 o acumulado deve chegar a 2 milhões, e o número ainda não contempla os 800 mil formandos do período.

A explosão de demissões, conforme entrevistas da edição, atinge desde uma moça de 20 anos, obrigada a trancar a faculdade por perder o emprego de recepcionista e não achar outro, até um engenheiro formado em 2010, cujo salário já chegou a 10 mil reais. Sim, até a próspera engenharia está condenando milhares ao desemprego anualmente. Começou em 2013 com uma queda drástica do saldo da geração de postos de trabalho na área; no ano seguinte o resultado negativou em 4 mil vagas, e dobrou só no primeiro semestre de 2015.

A boa para nós, de TI, está nas entrelinhas do apocalipse: um dos gráficos da reportagem principal esquematiza a extinção de postos de trabalho por setor. Na comparação, o item “Serviços” (entenda-se: desde faxina doméstica e corte de cabelo até o gerenciamento de data centers) teve 5.500 demissões de janeiro a agosto. Para se ter ideia, na “Indústria” e no “Comércio” foram 500 mil no mesmo período.

A revista faz um paralelo com o surto de prosperidade que marcou a década passada: dois milhões de empregos gerados por ano, aumento de 33% na renda dos trabalhadores e crescimento acentuado da proporção de contratações com carteira assinada (CLT), que subiu de 46% para 55% do pessoal ocupado até 2014.

Desemprego e trabalho “informal”

Ante essas e outras, já na carta de apresentação os editores concluem que voltará a aumentar a informalidade, usando este termo para generalizar os trabalhadores PJ e outras classes. Logo em seguida, dividem toda a população em dois grupos: os que têm a plenitude dos direitos trabalhistas, e os milhões “entregues à própria sorte”.

Pela experiência do autor, a sorte de alguns “informais” tem dado uma vida melhor do que as carteiras de trabalho. Um dos problemas macroeconômicos do País é o alto custo do vínculo empregatício, e isso impacta diretamente na produtividade das empresas, a qual também tem caído na crise. O remédio para esse mal é uma formalização alternativa, como o regime PJ, sem preterir a honestidade e a boa fé das duas partes.

Dessa forma, a Legislação Trabalhista se torna um pilar do desemprego, um grande exemplo de intervenção deletéria do Governo na Economia. Ainda mais no caso do nosso, com um longo histórico de desserviços prestados a cidadãos que pagam impostos superiores a 20% de sua renda (pelo menos os CLT).

Então, quais impostos a pagar trabalhando como PJ?

Na próxima semana publicaremos um guia do quanto o trabalhador precisa pagar se sua contratação for PJ, dependendo da profissão. Por enquanto, uma coisa dá para garantir: é bem menos do que um CLT, e o empregador não paga nada além do salário. Para receber a matéria, basta assinar nossa newsletter e ficar de olho no email.

O escritório de contabilidade Digitool, parceiro mantenedor do blog Contrato PJ, tem ajudado profissionais PJ com serviços contábeis formatados precisamente para esse tipo de cliente.

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Finanças pessoais

Sobre esse assunto, a recomendação é não ser tão exigente na busca pelo emprego perfeito. Afinal, especialistas em finanças pessoais são unânimes na ordem do dia: manter-se com renda garantida até a tempestade cessar.