Home Office – Dicas e boas práticas

Ao pesquisar “dicas de home office” no Google, a primeira página é dividida entre os principais portais do país.

A maioria das dicas, em todos eles, parece repetir aquilo que é válido para qualquer rotina de trabalho normal: planejamento, pausas, distração, gerenciar o tempo, etc.

Sem ignorar o que tem de bom nessas fontes, trouxe ao Contrato PJ aquilo que aprendi trabalhando 6 (seis) anos em casa, na época em que dava consultoria.

Home office - 3 boas práticas determinantes

E principalmente pensando em quem não tem uma estrutura completa em casa para trabalhar.

Demarcar o território

Primeiramente, determine onde será a sua “estação de trabalho” em casa. Para trabalhar apenas ali, e mais em nenhum outro canto.

Esse lugar precisa ser o mais exclusivo possível. Enquanto ocupa esse espaço, também é importante não fazer outra coisa.

Explicação: dessa forma, o cérebro “aprende” onde é o local de trabalho; e onde é para relaxar. Isso se solidifica com a disciplina.

A pior coisa que uma pessoa pode fazer seria sentar na cama, ou no sofá da sala, e ali desenvolver suas atividades. Isso pode comprometer o sono, o lazer e o trabalho.

Numa certa época, eu usava a mesa da minha sala de jantar para isso. Na hora da refeição, eu retirava o notebook das vistas, e me sentava do outro lado da mesa para comer.

Quanto mais sólida for a fronteira psicológica entre trabalho e casa, mais natural será o home office.

Pode acreditar nos efeitos desse truque…

Tirar o pijama

Não é só o espaço que o cérebro reconhece. Na verdade, ele trabalha o tempo todo identificando padrões.

Por esse motivo, trabalhar de pijama pode ser tão sufocante quanto dormir de terno e gravata.

O que eu faço: Mesmo que ninguém vá me ver, ao acordar eu faço questão de primeiramente tomar o café da manhã, escovar os dentes, me vestir e me calçar.

E somente depois disso, ligo o computador e sento para trabalhar, como se estivesse em outro ambiente mesmo.

Obviamente, não precisa vestir um traje de gala. Nessas situações até vai bem aquela bermudinha…

Comunicação recorrente

E para quebrar os efeitos do isolamento, nada melhor do que manter a comunicação com seus chefes e colegas.

Uma boa estratégia seria instituir as famosas daily’s (reuniões diárias de 15 minutos para alinhamento do dia, tal como define o Scrum).

Mas mesmo além das daily’s, pode ser benéfico aproveitar mais oportunidades de contato humano, preferencialmente por chamada de voz e/ou vídeo, em vez do chat.

Os perigos do isolamento

Em 1545, o Duque Cosimo I de Médici contratou o renomado pintor Jacopo da Pontormo para decorar a capela principal da igreja de San Lorenzo, em Florença.

Já idoso, e decidido a criar sua obra prima, Pontormo trancou a capela e passou 11 anos trabalhando na pintura, raramente saindo de lá.

O sigilo era sua principal condição; e reforçou a segurança quando alguns curiosos tentaram espiar o trabalho em andamento.

Infelizmente, Pontormo morreu antes de acabar o trabalho. E o que foi encontrado dentro da capela?

A falta de proporção era total.

As cenas esbarravam umas nas outras.

Figuras de histórias diferentes se justapunham, numa quantidade enlouquecedora.

Pontormo perdera o sentido da composição geral.

As 48 Leis do Poder, por Robert Greene – Lei 18 – O Isolamento é perigoso

Vassari, amigo de Pontormo, tentou descrever o que viu logo após a morte do amigo, mas parou no meio:

“Acho que ficaria louco se continuasse.”

O que achou?

4 votos. Média: 4,25.
Fontes:

https:// www .catho .com .br /carreira -sucesso /carreira /5 -dicas -para -ser -produtivo -no -home -office/

https:// exame .abril .com .br /carreira /precisa -fazer -home -office -por -causa -do -coronavirus -confira -as -dicas/

https:// meunegocio .uol .com .br /academia /gestao -de -empresas /9 -dicas -para -trabalhar -em -home -office -sem -enlouquecer .html

https:// www .infomoney .com.br /carreira /coronavirus -e -home -office -5-dicas -para -manter -a -produtividade -trabalhando -de -casa/

GREENE, Robert. As 48 Leis do Poder. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 2000.

Coronavírus: Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda – MP 936/2020

A Medida Provisória (MP 936/2020) tem por objetivo flexibilizar as normas trabalhistas durante a pandemia de Covid-19, afim de evitar demissões e falências em massa.

Fica instituído então o assim denominado “Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda”.

Um ponto dessa MP pouco explicado na mídia, e que até cabe ao Contrato PJ, é a sua aplicabilidade. Visto que não se estende a todos os empregos.

O Artigo 3º do Capítulo II deixa claro a quem não se aplica a MP:

  • Funcionários da administração pública (União, Estados e Municípios)
  • Funcionários de empresas públicas e mistas
  • Órgãos internacionais

O texto não deixa isso claro, mas como sua aplicabilidade é lastreada na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), fica subentendido que também não inclua os profissionais PJ.

Uma vez nomeados os excluídos, vamos à principal mensagem desse post.

Além da MP 936/2020, existem várias outras iniciativas para proteger a renda da população: Auxílio a trabalhadores informais, aos MEI’s e prorrogações dos mais diversos prazos.

Na minha leitura, fica evidente um esforço dos governos para conter o impacto econômico da Praga da forma mais ampla possível, e sem “esquecer nenhum brasileiro”, como se tem dito…

Coisa que por sinal vai evaporar o nosso ajuste fiscal, embora por uma boa causa.

O que é a MP 936/2020 para os profissionais PJ?

Tecnicamente, a MP 936 não muda em nada a vida dos profissionais PJ, visto que não somos empregados diante da Lei.

Mas seguindo o bom senso, ela pode sim representar uma referência para empregadores e PJ’s que precisem rever a quantidade de horas trabalhadas por dia.

Notemos que essa situação é grave e inusitada (falando do aspecto econômico).

E em situações assim não cabe seguir receitas de bolo, e nem exigir o cumprimento estrito de regras.

Não existe lista de prioridades quando o prédio pega fogo. Projeto é projeto; produção é produção.

Dificilmente o Governo vai baixar um decreto tratando especificamente de profissionais PJ. Afinal, essa relação se equipara ao relacionamento de dois empresários: um cliente e um fornecedor.

E como tal, negociações de como reagir a esse incêndio devem ser permeadas de maturidade e bom senso das duas partes.

Inclusive, é até mais fácil chegar num acordo realmente bom sem interferência do Governo, sindicatos e leis quase centenárias.

O que achou?

2 votos. Média: 5,00.
Fontes:
http:// www.in.gov.br /en /web /dou /- /medida -provisoria -n-936 -de -1-de -abril -de -2020 -250711934

Coronavirus: Prorrogado o vencimento dos impostos do Simples e MEI

Como parte de um pacote para minimizar os efeitos econômicos da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), o Governo decidiu prorrogar o prazo de pagamento dos impostos do Simples Nacional e MEI.

Resolução CGSN nº 152, de 18 de março de 2020

  • Os impostos de Março/2020, cujo vencimento original seria em 20 de Abril, fica prorrogado para 20 de Outubro;
  • Os impostos de Abril/2020, cujo vencimento original seria em 20 de Maio, fica prorrogado para 20 de Novembro;
  • Os impostos de Maio/2020, cujo vencimento original seria em 20 de Junho, fica prorrogado para 20 de Dezembro.

Os impostos de Fevereiro continuam com vencimento em 20 de Março.

A resolução não implica em direitos de devolução para impostos já pagos.

Dias depois, a Resolução CGSN nº 153 também prorrogou o prazo para apresentação da DEFIS e da DASN-Simei, para 30 de Junho de 2020.

O que achou?

2 votos. Média: 5,00.

Fontes:

http://www.in.gov.br /en /web /dou /-/resolucao -n -152 -de -18 -de -marco -de -2020 -248649668

http:// receita .economia .gov. br /noticias /ascom /2020 /marco /aprovada -resolucao -no -152-2020 -que -prorroga -o-prazo -para -pagamento -dos -tributos -federais -no -ambito -do -simples -nacional

https:// receita .economia .gov .br /noticias /ascom /2020 /marco /resolucao -adia -prazo -para -entrega -de -declaracoes -das -empresas -do -simples -nacional -e-do -microempreendedor -individual

Certificado digital e profissionais PJ

Dessa vez, não estamos falando do certificado digital que embasa do SSL e o cadeado na barra de endereço do navegador, mas sim da assinatura eletrônica que autentica uma nota fiscal e outras transações.

No Brasil, os certificados digitais já são usados como identidade e assinatura eletrônica há mais de 10 anos.

Quem já abriu empresa certamente ouviu falar dos e-CPFs e e-CNPJs.

No começo, eles eram obrigatórios apenas para empresas de maior porte, as enquadradas no Lucro Real e Lucro Presumido.

Mais recentemente, tornaram-se obrigatórios também para as empresas do Simples Nacional, com mais de um funcionário.

Isto é, na teoria, um profissional PJ não seria obrigado a ter certificado digital, podendo emitir sua nota fiscal e cumprir outras burocracias sem essa ferramenta.

Mas, na prática…

Qualquer escritório de contabilidade que se preze utiliza sistemas para gerenciar as obrigações e emissão de notas de seus clientes, bem como otimizar processos internos.

Esses sistemas tem integrações com os sistemas dos órgãos públicos. E muitas rotinas são feitas em lote, sem que o contador precise entrar na conta de cada cliente.

Mas para a integração funcionar, o sistema do escritório contábil precisa ter o certificado digital de cada cliente cadastrado na máquina.

Isto é, sem certificado digital, só vai ser possível utilizar os sistemas do governo manualmente.

Para fazê-lo via sistema e de forma automática, o certificado digital vira um requisito não funcional (para os desenvolvedores) ou uma premissa (para os gerentes de projeto).

Portanto, os próprios escritórios de contabilidade acabarão pedindo o certificado, afim de não prejudicar seus processos internos, produtividade e no final não onerar o próprio cliente.

O Tarcísio, contador parceiro do Contrato PJ, escolheu a Serasa Experian para fornecer certificados digitais aos seus clientes.

A Serasa atua há mais de 50 anos no setor de informações financeiras, foi uma das pioneiras a emitir certificado digital no Brasil, e pertence ao Grupo Experian, líder mundial em soluções financeiras.

No link abaixo, você pode adquirir ou renovar seu certificado pela Serasa, e ainda ajudar o Contrato PJ a continuar te ajudando. 😉

Fontes:

www.jornalcontabil.com.br/ certificado -digital -todas -as -empresas -precisam -fazer

noticias.r7.com /economia /certificacao -digital -sera -obrigatoria -para -pequenas -empresas -25062018

O que achou?

1 votos. Média: 5,00.

Cuidado com o lixo | Amlurb e CTR-e

De vez em quando surgem leis que mudam profundamente a nossa vida, e ainda exigem adaptações rápidas.

Há vezes em que a nova lei não altera em nada o nosso cotidiano, mas dá um certo trabalho, e outras, um susto.

Quem tem empresa aberta em São Paulo (capital) deparou-se com o segundo caso nos últimos meses…

Um bom escritório contábil deve ficar atento ao ambiente regulatório e ajudar seus clientes a cumprir as obrigações.

Não serve ter um contador fechado no seu mundinho, emitindo uma nota por mês, ou só atendendo as demandas vindas pelo aplicativo.


Em meados de 2019, a Amlurb (Autoridade Municipal de Limpeza Urbana, da capital paulista) baixou o Decreto 58.701/19, sob a excelente intenção de otimizar e disciplinar a gestão de resíduos (lixo) na cidade.

A grosso modo, o decreto determina que todas as empresas sediadas em São Paulo façam seu cadastro num sistema CTR-e (Controle de Transporte de Resíduos).

Fonte: ctre.com.br

Entendemos que a expressão “toda empresa” envolva os profissionais PJ que, em tese, não geram lixo algum, a não ser as garrafas pet dos dias em que fazem home office.

Na realidade, o objetivo da Amlurb é criar um mapa atualizado que lhe ajude a otimizar a gestão de transporte de lixo. Só que nesse mapa, nós apareceremos como um “pequeno gerador de resíduos”.

Como o objetivo é nobre, e chegou-se a falar em multas superiores a mil reais para quem não se cadastrasse, e ainda, tal cadastro não custa nada, fica a sugestão de realizar o mesmo.

O real público desse decreto são os geradores de lixo (restaurantes, condomínios, etc) de grande porte, bem como as empresas de coleta, transporte e reciclagem.

E mesmo entre esses munícipes, tem havido controversas por causa dos prazos, aplicabilidade da multa e da forma como o decreto foi outorgado. Mas isso é uma história à parte.

Como se cadastrar na Amlurb

  1. Tenha em mãos:
    • Cartão CNPJ da sua empresa, digitalizado;
    • IPTU do imóvel sede de sua empresa, digitalizado;
    • Número do CCM da sua empresa
  2. Acesse https://www.ctre.com.br/
  3. Clique no botão verde (“Não tem Acesso? Cadastre-se aqui.”)
  4. Siga as instruções da tela . Next > Next > Finish.
  5. Após concluir, seu cadastro vai para aprovação.
O que achou?

INSS 2020, ou Feliz Ano Novo

Muito se diz que, na prática, o ano só inicia após o Carnaval. E todo início de ano vem repleto de reajustes: tabela do Imposto de Renda, salário mínimo, INSS, inflação, aluguéis, etc.

Em 2020 foi implementada uma reformulação da tabela do INSS, mas curiosamente, ela passa a valer apenas a partir de Março, mês que inicia dias após o fim do Carnaval.

Essa mudança é um dos prelúdios da Reforma da Previdência.

Nas novas regras, quem ganha menos paga uma “fatia” um pouco menor, e quem ganha mais paga uma “fatia” levemente maior. Coerente…

Como fica o INSS de quem é CLT

Até fevereiro de 2020, todo empregado pagava 8%, 9% ou 11% do seu salário bruto para o INSS, dependendo de quanto ganhava.

Então, por exemplo, quem ganhava R$ 1.800 pagava 8%. Ou seja, R$ 144.

Já quem ganhava R$ 1.900 contribuía com 9%, que é igual a R$ 171.

A partir de março de 2020, a tabela passa a ser progressiva e ganha uma nova faixa: se você é CLT, pode contribuir com 7,5%, 9%, 12% ou 14%.

Por exemplo, quem ganha até R$ 1045,00 está na primeira faixa, e vai contribuir com 7,5% do salário.

Já quem ganha cem reais a mais (R$ 1145) entra na segunda faixa: 9%.

Mas só vai pagar 9% sobre esses cem reais de diferença. Os primeiros R$ 1045 vão gerar uma contribuição de 7,5%.

É o mesmo conceito do Imposto de Renda: tabela progressiva, o que acaba sendo mais justo com o trabalhador.

Como fica o INSS de quem é PJ

Atualmente, os profissionais PJ com empresa no Simples Nacional, tal como orientamos, declaram 28% do seu salário como sendo pró-labore. E o restante, retirada de lucro.

Sobre aquele valor (pró-labore) pagam alíquota única de 11% como contribuição ao INSS.

(No final das contas, cerca de 3% do salário do PJ vai para o INSS.)

Os 11% dizem respeito ao INSS Patronal do Simples Nacional, ou Plano Simplificado da Previdência Social, como você preferir chamar.

As novas regras publicadas pelo Governo em 2020 nada falam a respeito dessa modalidade do INSS.

Portanto, entendemos que para os PJ’s, continua tudo do mesmo jeito.

Qualquer novidade avisaremos por email. Para receber os alertas do Contrato PJ, basta se cadastrar nessa página.

Ou baixar a nossa Calculadora CLTxPJ, que já está atualizada conforme a nova tabela do INSS!

O que achou?

5 votos. Média: 4,20.

Fontes:

https://www.inss.gov.br/ servicos -do -inss /calculo -da -guia -da -previdencia -social -gps /tabela -de -contribuicao -mensal

https://www.inss.gov.br/ servicos -do -inss /calculo -da -guia -da -previdencia -social -gps /plano -simplificado -de -previdencia -social

https://www.contabeis.com.br/ noticias /41825 /tabela -inss -2020 -e -divulgada -confira -os -novos -valores -das -aliquotas

https:// www.dicionariofinanceiro .com /desconto -inss

https:// www.contabeis.com.br /noticias /41767 /inss -veja -quanto -sera -descontado -do -seu -salario -em -2020

http:// www.previdencia.gov.br /2020 /01 /portaria -oficializa -reajuste -de -448 -para -beneficios -acima -do -minimo -em -2020

5 critérios para escolher uma Previdência Privada para PJ’s

Com o avanço da pejotização e a recente Reforma da Previdência, muitos profissionais PJ tem se preocupado em saber escolher uma boa Previdência Privada, ainda mais com os efeitos disso no Imposto de Renda do profissional.

Apenas para contextualização: nós do Contrato PJ recomendamos que a empresa opere no Simples Nacional e, opcionalmente, que pague o INSS patronal, mas ele não dá direito à aposentadoria.

Daí recomendamos ao profissional PJ a busca por uma Previdência Privada.

O problema é que o Brasil é um antro de produtos financeiros péssimos, em várias esferas.

Mais especificamente, no mercado Previdência Privada, o que se acha em grande parte é uma verdadeira excrescência.

Neste artigo, vou explicar bem resumidamente como avaliar um produto de Previdência Privada, e onde (não) procurar bons produtos.

Planos de previdência – PGBL ou VGBL?

Não se preocupe em entender os nomes acima. As palavras dessas siglas não fazem sentido em nenhuma ordem mesmo…

O que você precisa saber é:

  • PGBL – Deixa você pagar o Imposto de Renda lá na frente, quando for sacar. E portanto, dá um desconto no IR (limitado a 12% da renda tributável*) no momento do aporte. Importante lembrar que ele cobra imposto sobre todo o valor aplicado, ainda que passe dos 12%.
  • VGBL – Cobra Imposto de Renda somente sobre o rendimento da aplicação. Não permite deduções do IR no presente.

*Renda tributável = Salário CLT ou Pró Labore. Distribuição de lucro e PLR não entram na conta.

É possível ter os dois planos ao mesmo tempo. E o fator mais importante não é ser PJ ou CLT, mas sim o percentual do seu salário que você está disposto a guardar nesses planos, ao longo das décadas.

Impostos

Por estar tratando de previdência, supõe-se que o objetivo do investimento seja de longo prazo, e não um trade.

Assim sendo, os rendimentos de investimentos em Previdência Privada sofrem uma tributação menor do que outros investimentos.

Mas essa vantagem só aparece quando você fica pelo menos 10 anos com o dinheiro aplicado, sob Tabela Regressiva.

Uma das coisas que vão te perguntar ao fazer uma previdência é se você deseja a Tabela Regressiva ou a Tabela Progressiva.

Não acho produtivo explicar as diferenças aqui. Mas caso você pretenda usar o dinheiro em menos de 10 anos, eu recomendo fazer um investimento não-previdenciário, e esquecer a Tabela Progressiva.

As 5 dimensões da Previdência Privada

Aqui está a parte mais importante do post. É com esses critérios que você vai avaliar as opções e descartar as furadas.

Como nem todos estão afim de fazer um PhD em previdências privadas, vou deixar um destaque para as recomendações em cada critério.

Um plano de previdência privada nada mais é do que um fundo de investimento com algumas taxas a mais.

As duas primeiras “dimensões” são taxas comuns a todos os fundos de investimento no mercado financeiro, sejam previdenciários ou não.

Dimensão 1 – Taxa de administração

Quando você transfere o seu dinheiro à previdência, tem alguém o administrando, certo?

Justo, porém, com limites. Continue lendo…

A taxa de administração é sempre expressa num percentual por ano do valor investido (não do rendimento!). Mas é cobrada diariamente.

Dimensão 2 – Taxa de performance

Se quem está administrando o dinheiro faz um bom trabalho, isto é, supera as expectativas, o investidor paga uma parte desse “extra” como bônus.


Destaque: Para dizer o quanto é aceitável pagar nas dimensões 1 e 2, depende muito do tipo de investimento. Veja:

Se você está investindo a sua previdência, por exemplo, num fundo de ações ou multimercado, o praxe no mercado financeiro brasileiro é 2% de administração e 20% de performance sobre o que exceder o CDI*.

Por outro lado, se sua previdência aplica tudo numa renda fixa ou Tesouro, bom, há fundos que fazem o mesmo cobrando 0% nas duas taxas.

*CDI – referência para o rendimento de aplicações em renda fixa.


Dimensão 3 – Taxa de carregamento

Ou, pedágio.

É um percentual sobre o valor investido que você paga antes mesmo de investir, na hora o aporte.

Isto é, se um plano de previdência tem taxa de carregamento de 5%, e um investidor aplica R$ 1.000,00, ele perde para o banco R$ 50,00 já na largada.

Portanto, é como se tivesse aplicado somente R$ 950,00.

Dimensão 4 – Taxa de saída

Ou, pedágio II.

Exatamente igual ao item anterior, mas na hora de resgatar o valor aplicado.

Imagine-se já na idade que deseja se aposentar e ir para a praia tomar sol e cerveja o dia todo, 24 x 7.

Suponha que durante toda a sua vida você tenha conseguido aplicar R$ 1 milhão de reais no seu plano de previdência, descontada a taxa de carregamento.

Se ele cobrar uma taxa de saída de 2%, você pagará R$ 20.000 antes de usufruir desse dinheiro.

Dimensão 5 – Coberturas

Morte, invalidez, acidentes, doença grave, etc.

Se você é um PJ e, como recomendamos, declara ao menos 30% dos seus ganhos como pró labore, então você já possui uma cobertura do INSS para essas situações.

Na Previdência Privada, é necessário checar em cada produto o que está incluso.


As taxas “pedágio” (carregamento e saída) são o grande vilão dos planos de previdência.

Independente do seu perfil de investidor e planos de vida, fica a recomendação de somente aderir a planos isentos dessas taxas!

Felizmente, estão surgindo cada vez mais produtos financeiros aceitáveis, devido inclusive às mudanças na cultura do brasileiro em relação a dinheiro.

Mas é preciso saber onde procurar.

Onde (não) procurar bons produtos?

Os terrenos mais inférteis para bons produtos previdenciários são exatamente os maiores e mais famosos bancos do País. Os bancões.

A grande maioria da população brasileira nunca se deu a entender muito de dinheiro. (Sim, isso está mudando. Ótimo)

Então, esses bancos com agências em toda esquina, nos bairros pobres e ricos, não tem dificuldades para vender coisas… digamos, obscenas, sem serem questionados.

É bem parecido com os taxistas de aeroporto. Por acaso, você já desembarcou numa cidade desconhecida, achou o táxi um pouco caro, mas não teve propriedade para questionar o preço?

Para ver alguns exemplos, dê uma olhada nos produtos de previdência nos sites do Itaú, Bradesco e Santander.

Não menos importantes, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal conseguem prestar um desserviço ainda maior.

Por serem públicos, estes bancos possuem agências em cidadelas incapazes de dar lucro. Só estão lá por interesse do Governo em não deixar a região desatendida.

Pessoas muito idosas e com pouca instrução: aí a festa não tem limite.

Já vi aberrações cobrando, pasme, 5% ao ano de taxa de administração!!! 😱 E sem perdoar nas demais taxas.

Ora, no dia em que escrevo, isso é exatamente o que o Tesouro Direto paga. Ou seja, o rendimento seria anulado. Só o banco ganha dinheiro.

Falando sério: qualquer taxa de administração acima de 2% ao ano, seja qual for o produto, constitui um verdadeiro abuso. E ponto.

Se o investimento for em renda fixa, 1% é o teto.

Mais do que isso, você estará adiando seus planos, objetivos e sonhos. E isso não é exagero!

Afim de orientar quem estiver interessado, vou citar algumas empresas onde já vi propostas aceitáveis.

Não há nenhuma preferência da minha parte por uma ou outra. Reforçando que o investidor deve comparar cada produto, pelo menos sob as cinco dimensões citadas acima.

  • BTG Pactual Digital
  • XP Investimentos
  • PAI (Banco Inter)
  • Icatu Seguros
  • Órama Investimentos

E a você, o gerente do banco já ofereceu uma coisa “esquisita”? Rs. 😁 Comente.

Referências:

https://www.topinvest.com.br/ taxas -cobradas -na -previdencia -privada

Como funciona a tributação de Fundos de Previdência, Empiricus Research.

O que achou?

1 votos. Média: 5,00.

Como receber dinheiro do Exterior

Não é incomum, sobretudo na área de TI, profissionais trabalharem de casa para empresas de fora do País.

Neste artigo vou explicar como faturar seus serviços e receber dinheiro do Exterior. É mais fácil do que parece.

Pessoa Física ou Jurídica

Nesse cenário, também, a PJ tem a mesma vantagem sobre a pessoa física.

Nada impede um cidadão de receber dinheiro do exterior em sua conta de pessoa física. Ele só é obrigado a declarar esse dinheiro no Imposto de Renda, e pagar mensalmente uma alíquota que pode chegar a 27,5%.

Já uma empresa, deve fazer um trâmite de faturamento bem parecido com o que faria para um cliente nacional.

Da mesma forma que recomendamos a qualquer profissional PJ, o mais coerente é abrir uma pessoa jurídica enquadrada no Simples Nacional, para faturar ao exterior.

Quanto a impostos, você vai pagar exatamente o mesmo que pagaria se seu empregador estivesse no Brasil. Mais detalhes aqui: Quais impostos a pagar sendo PJ.

Como faturar para o exterior

Dois passos:

  • Para o Governo Brasileiro: Emitir uma nota fiscal, do mesmo jeito que se faria a um cliente nacional, mas informando que o serviço foi prestado para o exterior. Qualquer sistema de faturamento, inclusive o site das prefeituras, deve ter essa opção.
  • Para o contratante do seu serviço: Enviar uma invoice.

Como emitir uma Invoice

Invoice é um termo internacionalmente reconhecido. Trata-se de um documento que representa uma transação comercial ou prestação de serviços.

No Brasil, o que mais se aproxima de invoice é nota fiscal e boleto, mas não são exatamente a mesma coisa.

Para gerar uma invoice, basta pegar um modelo (existem vários na internet), e preencher com os dados do seu serviço. Não precisa de sistema nem banco para emitir.

As principais informações que devem constar numa invoice são:

  • Nome e endereço do contratante
  • Nome e endereço do contratado
  • Valor a ser pago
  • Data de emissão
  • Discriminação do serviço prestado
Exemplo de Invoice. Fonte: Conube.

Como receber o pagamento do exterior

Uma coisa não tem nada a ver com a outra.

Existem vários meios e serviços para enviar e receber pagamentos do exterior.

Além das mesas de câmbio dos bancos, temos PayPal, WireTransfer, entre outros.

Geralmente, as empresas contratantes já tem políticas definidas de como enviar o pagamento, e passam as instruções para seus contratados.

Como prestadores de serviços, a parte que mais requer a nossa atenção é a forma de documentar a declarar ao nosso Governo os ganhos vindos do exterior.

Fontes:
https://www.devpleno.com/ como- receber- de- empresas- estrangeiras

https://conube.com.br/blog/ o- que- e- invoice

O que achou?

Cuidado com a Reforma Tributária, PJ’s

Depois da saga da Reforma da Previdência no Congresso, chegou a hora de falarmos da Reforma Tributária. Esta sim afeta diretamente o bolso dos profissionais PJ.

Primeiro, é importante ressaltar que tudo o que temos atualmente são propostas e declarações, mas nenhuma lei ou mudança concreta, ainda.

Mas já é suficiente para estimar o impacto financeiro na vida dos profissionais PJ a partir de 2020.

Quando se fala em Reforma Tributária, existem dois núcleos de maior importância:

1-) Unificação de Impostos

Este tópico pode ser chamado de “simplificação tributária“, pois consiste em unificar cinco impostos em um único: o IBS – Imposto sobre Bens e Serviços.

É disso que trata a PEC 45 (por Dep. Baleia Rossi, MDB-SP), já em tramitação no Congresso. Para quem é PJ e está no Simples Nacional, como recomendamos, não deve haver diferença alguma.

Mas deve ser bem positivo para o País. Os empresários fora do Simples sabem o trabalho que dá cuidar de PIS, COFINS, ISS, IPI e CSLL todo mês.

2-) IR e Tributação de Dividendos

Aqui a luz vermelha acende para nós. 🛑

Se você já assistiu o meu vídeo “Quais impostos a pagar sendo PJ”, deve ter entendido que 70% dos nossos ganhos são ISENTOS de qualquer tributação, pois são declarados como “dividendos”.

O Governo estuda qual alíquota seria aplicada sobre os dividendos. Hoje o instrumento é isento do IR.
Fonte: Folha de S. Paulo

Pelo que se tem falado desde a campanha eleitoral, a ideia seria aliviar o Imposto de Renda sobre salários CLT e pró-labores; e conjuntamente tributar os dividendos (seja de empresas individuais, sociedades ou vindos de ações em bolsas de valores).

Os iguais não pagam a mesma coisa. Isso acontece devido à "pejotização", na qual profissionais constituem empresa individual e pagam bem menos imposto.
Fonte: Correio Braziliense

Mas o motivador para isso não somos só nós, PJ’s. Acredite: as pessoas mais ricas do País não vivem de salário.

Eles são empresários e grandes acionistas de empresas de capital aberto. Vivem de dividendos. E por qual motivo esses caras não pagam imposto de renda? 🤔

Para ser pragmático, o que mais importa agora é estar pronto para a mudança. E aprender com as turbulências do passado…

Explico logo adiante:

Na última “reforma tributária”…

No início do ano passado, o Simples Nacional passou por uma mini reforma, apesar de bombástica para os profissionais PJ.

Simples Nacional 2018: Matérias na mídia

Em resumo, nós passamos de uma hora para outra a pagar 3x (três vezes) mais impostos.

Nós, do Contrato PJ, até alertamos com uma certa antecedência, mas parece que os alertas só foram vistos em cima da hora…

Pelo menos, é o que o Analytics do blog mostra:

Google Analytics Contrato PJ
Acessos o Contrato PJ em Janeiro/Fevereiro de 2018. Fonte: Google Analytics

Pior de tudo: muitos contadores e aplicativos de contabilidade também estavam igualmente despreparados.

Não sabiam ajudar seus clientes a evitar aquele imposto altíssimo, e ainda se irritavam com o legítimo desespero dos mesmos. Nós recebemos muitas queixas assim…

É muito cômodo para um escritório ou aplicativo de contabilidade cumprir seu dever de calcular o imposto, e não fazer nada diante de mudanças que destroem o orçamento dos seus clientes.

Contrato PJ existe desde 2015, e se você der uma olhada em nosso histórico de postagens, verá que sempre damos todas as informações para profissionais virarem PJ de forma legal, vantajosa e segura.

Tanto para lidar com contadores quanto com a Lei e o Governo.

Estamos na iminência de mais uma metamorfose tributária no Brasil.

Como disse lá em cima, tudo que existe agora são ideias e propostas. E por aqui vamos apontar a melhor forma de os profissionais PJ se adiantarem à Reforma Tributária.

Esteja atento(a)!

Conteúdo relacionado

Profissionais PJ precisam de contadores mais coerentes!

O que achou?

Profissionais PJ: Onde investir dinheiro das reservas

Quando um profissional trabalha como PJ, em vez de CLT, é necessário uma boa gestão do dinheiro recebido.

Afinal, quando não há FGTS, décimo terceiro ou verbas trabalhistas é responsabilidade do profissional se resguardar.

Mas isso não é ruim. Pelo contrário, pode ser ótimo para quem souber usar o dinheiro das reservas. Continue lendo para ver como é simples.

Profissionais PJ: Onde Investir as reservas

Meu objetivo neste post não é dar uma aula de economês, por isso não vou entrar nos detalhes da terminologia. Por favor, não se intimide com as siglas que sou obrigado a escrever. Vamos focar em como aplicar o seu dinheiro decentemente. 😉

Ao falar em investir, a maioria dos brasileiros pensará imediatamente na caderneta de poupança. Não sei por que raios pensam tanto nela!

Veja: a poupança rende pouco, e só entrega o rendimento uma vez por mês. Isto é, se o poupador precisa resgatar seu dinheiro após 29 dias, todo o mísero rendimento fica com o banco.

No Brasil há várias opções de investimento tão seguras quanto a poupança, porém rendendo mais, rendendo todo dia útil, e resgatáveis a qualquer momento. Abaixo, explico cada uma delas.

Tanto a poupança quanto as aplicações citadas abaixo são norteadas pela Taxa SELIC (também chamada de CDI ou DI). Trata-se de uma referência para qualquer aplicação de renda fixa

Essa taxa é revista a cada 90 dias pelo Banco Central. Hoje, está em 6,5% ao ano.

Por exemplo: quando um investimento rende exatamente a Taxa SELIC, dizemos que ele rende 100% do CDI.

Tesouro Direto

É como emprestar dinheiro ao Governo Federal.

Qualquer cidadão pode investir a partir de R$ 30,00. Só é necessário abrir conta em uma corretora de valores mobiliários e aplicar o dinheiro no título Tesouro SELIC, podendo resgatar quando quiser sem risco de desvalorização.

O único cuidado a se tomar é escolher uma corretora que NÃO cobre taxas de custódia para aplicações no Tesouro.

Eu particularmente uso as seguintes:

Em qualquer lugar, as aplicações no Tesouro Direto têm uma taxa de 0,25% ao ano sobre o capital investido, que já vem descontada no rendimento.

É insignificante: se o título rende 6,5% ao ano, o rendimento será de 6,25%.

NuConta (do NuBank)

Já bem conhecido no Brasil, o cartão de crédito NuBank oferece uma conta digital gratuita já com mais de 2,5 milhões de clientes.

Qualquer valor depositado na NuConta rende 100% do CDI, isto é, a Taxa SELIC. É quase o mesmo que investir no Tesouro SELIC.

A diferença, porém, é que o Tesouro cobra uma taxa de 0,25% ao ano. Taxa insignificante, sim, mas ela não é cobrada pelo NuBank.

Geralmente os bancos dão a seus investidores uma garantia chamada FGC – Fundo Garantidor de Crédito.

Em caso de quebra do banco, esse fundo cobre o prejuízo do investidor pessoa física, em até 250 mil reais.

O NuBank, porém, não conta com essa garantia, o que torna o investimento mais arriscado do que em outros bancos.

CDB ou LCI do Banco Inter

Quem compra CDB’s, LCI’s e LCA’s está emprestando dinheiro ao banco emissor.

O CDB do Inter está rendendo exatamente igual ao NuBank (100% do CDI), sem taxas.

A única diferença é que o correntista precisa tirar o dinheiro da sua conta corrente e aplicar num título chamado “CDB Pós DI Liquidez Diária“.

Inclusive, o Banco Inter oferece outras opções de investimento ainda mais rentáveis para quem se comprometer a deixar o dinheiro por 90 dias, 180 dias, um ano ou mais.

Sendo um banco, o Inter conta com a garantia do FGC.

Para abrir a conta no Banco Inter, basta preencher um formulário no site e rapidamente a conta estará aberta. O dinheiro pode ser enviado ao banco por TED ou boleto (gratuitos).

Procedimento também pode ser feito via aplicativo (Google Play e Apple Store).

De resto, é um banco de varejo normal. Conto minha experiência como cliente nesse post.

Fundo DI da XP Investimentos

Trend Pós Fixado FIRF Simples

Este e os próximos fundos de investimento podem ser apelidados de “Tesouro Indireto”.

Aqui, o investidor tem o mesmo custo de investir no Tesouro Direto. Porém, quem o cobra é a XP.

O capital também vai parar no Tesouro, apenas com um intermediário a mais.

Basta abrir uma conta na XP (gratuita), passar um TED para a corretora, procurar o fundo na plataforma e aplicar.

O fundo cobra 0,2% por ano do total investido. E já vem descontado do rendimento.

A XP consegue essa taxa um pouco menor porque movimenta um alto volume de dinheiro. É como comprar título público no atacado.

Na prática, dá na mesma que investir no Tesouro Direto.

Fundo DI do BTG Pactual Digital

BTG Pactual Digital Tesouro Selic Simples FIRF

Outro fundo que repassa o dinheiro do investidor ao Tesouro Nacional.

A vantagem deste é ser de graça, literalmente. O investidor não paga a taxa do Tesouro, pois está tratando com o banco, que por sua vez não cobra nada.

O BTG Pactual é o maior banco de investimentos da América Latina. Pelo volume de dinheiro movimentado, consegue negociar taxas operacionais menores com o Tesouro, e não tem dificuldade de absorver os custos.

Certamente oferecem o produto sem cobrar para atrair mais clientes à sua plataforma. Todos ganham.

Disponível no aplicativo BTG Pactual Digital (Google Play e Apple Store).

Fundo DI da Órama Investimentos

Órama DI Tesouro FIRF Simples LP

Igual ao da XP e do BTG. Porém, está disponível apenas na Órama, outra corretora de investimentos digital gratuita. O procedimento é o mesmo.

O investimento nesse fundo é quase gratuito.

A Órama também aboliu a taxa cobrada do cliente (para entrar na briga com alguém…). Mas como ela não é banco, não tem como evitar, ainda, uma taxinha de 0,034% ao ano.

Onde NUNCA investir nenhum centavo

Para não ser injusto com a poupança, vou deixar um alerta sobre outro péssimo investimento.

Alguns bancos grandes, famosos e inescrupulosos criam produtos que só dão dinheiro a eles mesmos, chegando a corroer substancialmente o rendimento do cliente.

Imagine se eu te prometo um rendimento de 6,5% ao ano (igual ao Tesouro SELIC), mas cobro uma taxa de 4% ao ano do capital investido…

São propostas indecentes como essa que povoam as metas dos nossos gerentes, nos grandes bancos.

Para quem não entende de investimento e desconhece as opções disponíveis, isso vira de proposta indecente para um assalto, concorda?

Se você investir num Fundo DI/SELIC, por favor, não se conforme em pagar mais do que 0,2% de taxa de administração. No caso de um CDB, o rendimento mínimo aceitável é de 100% do CDI. Para as LCI/LCA, um rendimento de 80% do CDI é o mínimo para manter a decência.

Como LCI e LCA são isentas do Imposto de Renda, alguns bancos pagam um rendimento um pouco menor nelas.


Este artigo te ajudou?

Por favor, diga-me nos comentários se essas informações te deixaram mais tranquilo(a) com relação a onde investir seu dinheiro.

Se tiver alguma dúvida, por favor, comenta também que eu respondo a todos!

O que achou?

2 votos. Média: 5,00.